.
VENA
POÉTICA
Corto
mi
pecho,
dejo
la
sangre
diseñar
En
la
hoja
en
blanco,
mi
canto
de
pajarito
Es
indeleble
este
modo
de
soñar...
Porque
la
poesía,
donde
se
posa,
hace
su
nido.
Canto
mi
canto,
si
tú
quieres
escucharme,
Sólo
lee,
sólo
ve,
sólo
canta
Junto
conmigo,
con
mi
modo
de
cantar
Mi
silencio
y mi
dolor...
que
ni
es
tanta.
La
emoción
sangra
en
mi
ser,
mi
vena
Aún
comporta
anhelos
de
un
soñador
Que
ve
en
las
olas
mucho
más
que
una
sirena,
Que
ve
en
el
cielo
mucho
más
que
un
ángel
seductor.
La
inefable
soledad,
tan
repentina
Diseña
pétalos
de
amor
en
la
hoja
blanca
Y
cada
verso
es
un
rastro
de
bailarina
Que
se
ilumina
por
el
amor
del
dolor
más
franco.
La
emoción
es
una
canción
que
un
verso
pinta
En
la
tela
clara
de
la
ilusión
de
un
poeta
La
fantasía
sólo
se
desvanece
si
acaba
la
tinta
Y la
añoranza
en
el
silencio
se
aquieta.
TRANSPARENCIA
Trayendo
dolores
futiles
y
recelos,
La
soledad
se
desliza
en
mi
faz
En
lágrimas
febriles...
si
yo
te
tocara,
Tal
vez
te
ahogara
en
mis
anhelos...
Pero
tu
silueta
sutil,
serena
y
breve
Se
deshace
en
mi
mirada
como
cinta
al
azar
La
luz
de
tu
mirada
que
es
tan
leve
Que
parece
volver
aún
para
mí .
El
espejo
insiste
en
provocarme
Y
muestra
en
el
fondo
de
mi
mirada
Tu
mirada
blanda...
envolvente...
Pero
cuando
creo
que
voy
a
tocarte
Tu
cuerpo
sutil
suelto
en
el
aire
Se
pierde
en
una
niebla...
transparente.
Luiz
Poeta
(
sbacen
– rj
) -
Luiz
Gilberto
de
Barros
Às
21 h
e 4
min
do
dia
15
de
maio
de
2005
do
Rio
de
Janeiro
–
Brasil
Direitos
Autroais
Reservados
ao
Autor
Biblioteca
Nacional
– RJ
SIEMPRE
ES
PRONTO
Siempre
es
pronto
para
quien
se
recupera
De
un
dolor
que
el
amor
le
dejó;
Cuando
la
vida
se
rehace
de
una
quimera,
Siempre
es
pronto
para
un
nuevo
amor
vivir.
No
hay
prisa,
deja
el
corazón
latir
Al
compás
de
la
más
dulce
pulsación
Porque
cuando
un
amor
se
pierde,
Hay
que
tener
un
nuevo
amor
en
el
corazón.
Sueña
libre,
leve,
suelta,
eres
pajarito
Y el
cielo
es
el
límite
de
los
antojos
Hace
del
cielo
tu
límite
y tu
camino
Vuela
libre
cada
halago,
cada
beso.
Siempre
es
pronto...
siente
la
seda
de
las
sábanas,
Cierra
los
ojos,
es
domingo,
por
qué
la
prisa
?
Cuando
un
sueño
nuevo
nos
disuelve,
Sólo
el
amor
que
hay
en
nosotros
es
lo
que
interesa.
Y si
el
sol
invade
el
cuarto
de
pronto
Y te
obliga
a
despertarte
de
los
devaneos,
Otra
noche
ha
de
venir
más
envolvente,
Guarda
los
sueños
en
el
regazo
de
tus
senos.
Luiz
Poeta
(
sbacem-rj)
Luiz
Gilberto
de
Barros
A
las
8 h
y 36
min
del
día
29
de
mayo
de
2005
de
Río
de
Janeiro
www.luizpoeta.com
VEIA
POÉTICA
Corto
meu
peito,
deixo
o
sangue
desenhar
Na
folha
em
branco,
meu
canto
de
passarinho
É indelével
este
jeito
de
sonhar...
Porque
a
poesia,
onde
pousa,
faz
seu ninho.
Canto
meu
canto,
se
tu
queres
me
escutar,
Apenas
lê,
apenas
vê,
apenas
canta
Junto
comigo,
com
meu
jeito
de
cantar
O
meu
silêncio
e
minha
dor...
que
nem
é
tanta.
A
emoção sangra
meu
ser,
a
minha
veia
Ainda
comporta
anseios
de
um
sonhador
Que
vê
nas
ondas
muito
mais
que
uma
sereia,
Que
vê
no
céu
bem
mais
que
um
anjo
sedutor.
A
inefável
solidão,
tão
repentina
Desenha
pétalas
de
amor
na folha
branca
E
cada
verso
é um
rastro
de
bailarina
Que
se
ilumina
pelo
amor
da
dor
mais
franca.
A
emoção
é
uma
canção
que
um
verso
pinta
Na
tela
clara
da
ilusão
de
um
poeta
A
fantasia
só
se
esvai
se acaba
a
tinta
E a
saudade
no
silêncio
se
aquieta.
TRANSPARÊNCIA
Trazendo
mágoas
fúteis
e
receios,
A
solidão
desliza
em
minha
face
Em
lágrimas
febris...
se
eu
te
tocasse,
Talvez
te
afogasse
em
meus
anseios...
Mas
teu
vulto
sutil,
sereno
e
breve
Desfaz-se
em
meu
olhar
que
fita
a
esmo
A
luz
do
teu
olhar que
é tão
leve
Que
parece
voltar
para
mim
mesmo.
O
espelho
insiste em
me
provocar
E
mostra
no
fundo
do
meu
olhar
O
teu
olhar
macio...
envolvente...
Mas
quando
julgo
que
vou
te
tocar
O
teu
corpo
sutil
solto
no
ar
Se
perde
em
uma
névoa...
transparente.
Luiz
Poeta
(
sbacen
– rj
) -
Luiz
Gilberto
de
Barros
Às
21 h
e 4
min
do
dia
15
de
maio
de
2005
do
Rio
de
Janeiro
–
Brasil
Direitos
Autroais
Reservados
ao
Autor
Biblioteca
Nacional
- RJ
SEMPRE
É
CEDO
Sempre
é
cedo
para
quem
se
recupera
De
uma
dor
que
o
amor
deixou
doer;
Quando
a
vida
se
refaz
de
uma
quimera,
Sempre
é
cedo
para
um
novo
amor
viver.
Não
há
pressa,
deixa
o
coração
bater
No
compasso
da
mais
doce
pulsação
Porque
quando
o
amor
antigo
se
perder,
Há
que
haver um
novo
amor
no
coração.
Sonha
livre,
leve,
solta,
és
passarinho
E o
céu
é o
limite
dos
desejos
Faz
do
céu
o
teu
limite
e o
teu
caminho
Voa
livre
a
cada
afago, a
cada
beijo.
Sempre
é
cedo... sente
a
seda
dos
lençóis,
Fecha
os
olhos,
é
domingo,
por
que
a
pressa
?
Quando
um
sonho
novo
dissolver
os
nós,
Só o
amor
que
há
em
nós
é
que
interessa.
E se
o
sol
invade
o
quarto
de
repente
E te
obriga
a
despertar
dos
devaneios,
Outra
noite
há
de
vir
mais
envolvente,
Guarda
os
sonhos
no
aconchego
dos
teus
seios.
Luiz
Poeta
(
sbacem-rj)
Luiz
Gilberto
de
Barros
Às 8
h e
36
min
do
dia
29
de
maio
de
2005
do
Rio
de
Janeiro
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